Friday, August 19, 2016

A elite / Kiera Cass

Sinopse:

"A Seleção iniciou-se com 35 raparigas. Agora, com o grupo reduzido a 6, a Elite, a competição para conquistar o amor do Príncipe Maxon é mais feroz do que nunca. Quanto mais perto America se encontra da coroa, mais se debate para perceber onde está verdadeiramente o seu coração. Cada momento que passa com Maxon é como um conto de fadas, instantes cheios de romantismo avassalador e muito glamour. Mas sempre que vê Aspen, o seu primeiro amor, é assaltada pelo desejo da vida que tinham planeado partilhar.

America anseia por mais tempo. Mas enquanto se sente dividida entre dois futuros, o resto da Elite sabe exatamente o que quer e a oportunidade de America para escolher está prestes a desaparecer".

Opinião:

A certa altura, comecei a ficar farta das personagens principais, principalmente da heroína. "Ai, quero o príncipe. Ai, espera, não, agora quero o Aspen. Não, não, desculpem lá, mas afinal quero o príncipe, outra vez". Nervos, pá! Este triângulo amoroso irrita-me porque não bate certo com a identidade da America. 











Se é tão pela justiça e pelo respeito, não compreendo como pode andar a beijar o Aspen pelos corredores mantendo o príncipe na total ignorância. E de facto, as duas estrelas devem-se sobretudo aos encontros secretos entre a America e o Aspen, mesmo depois do que aconteceu à Marlee. Mas que dois estúpidos, não? Bah, não é normal um romance de cordel chatear-me tanto. Deve ser porque são sempre curtinhos, mas como não é este o caso... estive mesmo para desistir de seguir para o terceiro, mas pronto, como há na biblioteca e não tenho de gastar um tostão, vamos a ele, só para ver onde é que isto vai dar! :D

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CASS, Kiera

A elite / Kiera Cass. - Lisboa: Marcador, 2015. - 290 p. - (A seleção; 2)

Literatura norte-americana -- romance / Jovens adultos -- ficção

CDU: 821.111(73)-31

ISBN 978-989-754-123-0

COTA 82-3 CAS
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Sunday, August 14, 2016

A seleção / Kiera Cass

Sinopse:

"Para trinta e cinco raparigas, A Seleção é a oportunidade de uma vida.

É a possibilidade de escaparem de um destino que lhes está traçado desde o nascimento, de se perderem num mundo de vestidos cintilantes e joias de valor inestimável e de viverem num palácio e competirem pelo coração do belo Príncipe Maxon.

No entanto, para America Singer, ser selecionada é um pesadelo. Terá de virar as costas ao seu amor secreto por Aspen, que pertence a uma casta abaixo da sua, deixar a sua família para entrar numa competição feroz por uma coroa que não deseja, e viver num palácio constantemente ameaçado pelos ataques violentos dos rebeldes.

Mas é então que America conhece o Príncipe Maxon. Pouco a pouco, começa a questionar todos os planos que definiu para si mesma e percebe que a vida com que sempre sonhou pode não ter comparação com o futuro que nunca imaginou".

Opinião:

Senti-me outra vez como se tivesse 13 anos. E porquê? Porque foi com essa idade que li uma catrefada de romances da Harlequin! Pois é, esta selecção pareceu-me mesmo um desses romances de cordel, apenas mais extenso. Diz que é uma distopia, porém, apresenta-nos um mundo tão mal imaginado que não vi vislumbre dela! Fica, portanto, indexado como "Literatura de Verão para gajas".

Resta-me apenas dizer que estou a torcer pelo príncipe. Siga o próximo!

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CASS, Kiera

A seleção / Kiera Cass. - Lisboa:
Marcador, 2014. - 288 p. - (A seleção; 1)

Literatura norte-americana -- romance / Jovens adultos -- ficção

CDU: 821.111(73)-31

ISBN 978-989-754-123-0

COTA 82-3 CAS
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Saturday, August 13, 2016

Thursday, August 11, 2016

Neil Gaiman rules!

"We have an obligation to support libraries. To use libraries, to encourage others to use libraries, to protest the closure of libraries. If you do not value libraries then you do not value information or culture or wisdom. You are silencing the voices of the past and you are damaging the future.

We have an obligation to read aloud to our children. To read them things they enjoy. To read to them stories we are already tired of. To do the voices, to make it interesting, and not to stop reading to them just because they learn to read to themselves. We have an obligation to use reading-aloud time as bonding time, as time when no phones are being checked, when the distractions of the world are put aside".

Para ler na totalidade este artigo MARAVILHOSO, clicar aqui!

Saturday, August 6, 2016

Quero!

Ando há uns tempos à procura de um chaveiro de parede que seja do meu gosto, que a criança está sempre a pegar nas chaves e a escondê-las. Ainda não tinha visto nenhum que me enchesse as medidas. Até hoje:




Friday, August 5, 2016

Ferals: o rapaz que falava com os corvos / Jacob Grey

Sinopse:

"Crau nunca questionou a sua habilidade para falar com os corvos. No entanto, quando a ameaça de um novo Verão Negro começa a desenhar-se no horizonte, descobre o mundo subterrâneo dos Ferals de Blackstone - aqueles que detêm o poder de falar com os animais e de os controlar. 

Crau é um deles. Para salvar a cidade, terá de aprender a servir-se de dons que não imaginava possuir."

Opinião:

Não esperava grande coisa deste livro, e de facto, revelou-se um tanto fraquinho.

É aquela fantasia que não traz nada de novo. Não digo que não se leia bem, mas também não causa o mínimo de entusiasmo, é do género literatura "melhoral", não faz nem bem nem mal!

E se ainda assim estava mais inclinada para dar 3 estrelas, o final fez descer a classificação. Querem saber porquê? Atenção, spoilers à vista!


Quando Crau faz cair o véu e viaja até à terra dos mortos, encontramos um lugar, e perdoem-me o pleonasmo, cheio de lugares comuns, lamechas e enfadonho. Pior: a certa altura, damos com uma grande incoerência, uma vez que é dito a Crau que naquele espaço o feral dos cães não lhe pode fazer mal, mas depois o tecedor usa as suas aranhas contra o nosso herói.

Também me desagradou a forma super hiper mega rápida como Crau desenvolveu as suas habilidades que, dizia-se, levariam anos a crescer.

Ah, e odiei aquele final ao estilo, "Pronto, está morto, ai espera, estou agora a ver um sinal e se calhar já não está".

Portanto, temos uma leitura muito "meh", que não deixa vontade de pegar nos próximos volumes.

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GREY, Jacob

O rapaz que falava com os corvos / Jacob Grey. - Lisboa:
Planeta, 2015. - 252 p. - (Ferals; 1)

Literatura norte-americana -- romance de fantasia / Jovens -- ficção

CDU: 821.111(73)-312.9

ISBN 978-989-657-682-0

COTA 82-312.9 GRE
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Por sorte, o leite / Neil Gaiman

Sinopse:

"«– Comprei o leite – disse o meu pai. – Saí da loja e ouvi uma coisa estranha que parecia vir por cima de mim. Era um barulho assim: tumm t u m m. Olhei para cima e vi um disco prateado enorme a pairar sobre a rua Marshall.
Ena, pensei. Isto não é coisa que se veja todos os dias.»

Descobre até que ponto tudo pode ficar muito estranho nesta história inacreditável onde as viagens no tempo começam ao pequeno-almoço!

Por Sorte, o Leite é uma história de aventuras perfeita para entreter miúdos e graúdos que irá sem dúvida juntar-se à já extensa lista de bestsellers do autor Neil Gaiman. Conta com ilustrações de Skottie Young".

Opinião:

Este é um livro extremamente disparatado que, suponho, fará as delícias entre os miúdos dos 7 aos 9 anos. O ponto de partida desta viagem super fantasiosa é um pai que, tendo os filhos a seu cuidado devido à ausência da mãe, sai de casa para comprar leite. Porém, atrasa-se imenso nessa simples tarefa (aposto que, como homem que é, teve extrema dificuldade em encontrar o corredor dos lacticínios!), levando os miúdos quase ao desespero com o estômago a roncar por falta de pequeno-almoço. Quando finalmente chega a casa, justifica a demora com uma mirabolante história que se inicia com um disco voador a pairar no céu...

Acreditando-se ou não nesta série de aventuras, certo é que todos darão muitas gargalhadas. No entanto, impõe-se alguma dose de concentração, pois as viagens no tempo, ainda que com muito nonsense à mistura, são fenómeno para provocar alguns nós na cabeça!

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GAIMAN, Neil

Por sorte, o leite / Neil Gaiman; il. por Skottie Young. - Lisboa:
Presença, 2016 . - 113 p. : il. - (Estrela do mar; 153)

Literatura inglesa -- romance de fantasia / Crianças -- ficção -- humor

CDU: 821.111-312.9

ISBN 978-972-23-5763-0

COTA 82-312.9 GAI
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Light / Michael Grant


Sinopse:

"In the time since every person over the age of fourteen disappeared from the town of Perdido Beach, California, countless battles have been fought: battles against hunger and lies and plague, and epic battles of good against evil. Light, Michael Grant's sixth and final book in the New York Times bestselling Gone series creates a masterful, arresting conclusion to life in the FAYZ.

And now, the gaiaphage has been reborn as Diana's malicious mutant daughter, Gaia. Gaia is endlessly hungry for destruction. She yearns to conquer her nemesis, Little Pete, and then bend the entire world to her warped will. As long-standing enemies become allies, secrets are revealed and unexpected sacrifices are made. Will their attempts to save themselves and one another matter in the end, or will the kids of Perdido Beach perish in this final power struggle?".

Opinião:

Ora aqui está uma saga que, certamente, deixará saudades!

Gostaria de partilhar algumas considerações com spoilers à mistura. Portanto, se não querem ser apanhados à traição, não leiam o que vem a seguir:



Senhores, que espectáculo! No entanto, lamentável e incompreensivelmente, de um total de 6 livros, apenas os 3 primeiros volumes foram traduzidos para português pela Planeta editora. Não sei o porquê da descontinuidade desta maravilha, tenho os 3 exemplares na biblioteca onde trabalho e nunca ficam muito tempo na estante.

Assim que iniciei esta leitura, lembrei-me quase de imediato da série de televisão "Lost", que acompanhei com um entusiasmo gigante. Vejamos: a acção desenvolve-se num ritmo frenético, tem resmas de fantasia recheada de pormenores científicos e todas as personagens acabam por ser importantes no desenrolar da história! E este último facto é tão verdade que a relação amorosa entre o Sam e a Astrid, tão criticada por quem leu a série por ser meio enjoadita e sem chama, não me chateou nada. Há tantas outras coisas boas a acontecer a toda a hora, que não faz diferença que aquele amor seja um amor chocho.

Curiosamente, o autor, que mantém a sua página no goodreads bastante activa, acabou por confessar, em resposta à questão de um leitor, que se tinha inspirado na série Lost, no livro do escritor Stephen King "The Stand" (que eu penso ter sido traduzido para português com o título "A dança da morte", e ainda não tive o prazer de ler) e nos filmes da Disney. Esta última fonte de inspiração parece destoar, porém, lembrem-se que muitas das personagens Disney são órfãs! Michael Grant dá como exemplos o Aladim (órfão de pai e mãe), bem como a Jasmine, a Pequena Sereia e o Nemo, que perderam as respectivas mães. O autor refere ainda a morte da mulher do velhote do filme Up e o facto da mãe do Bambi ter morrido com um tiro. E acaba por brincar, dizendo que ele foi muito mais radical, eliminando não apenas os pais de um ou outro protagonista, mas os de todos de uma vez só!

Este é um dos factos que torna a leitura quase aflitiva. Imaginem o caos que o desaparecimento de todas as pessoas com mais de 15 anos poderia causar. O que mais me arrepiou foram os bebés, obviamente incapazes de sobreviver sem ajuda. Se eu já era moça para me sensibilizar com isto antes de ser mãe, agora que tenho um rapazito com 2 anos, ainda mais aflição senti. Uma das cenas que mais me fez impressão foi quando encontraram o corpo de um bebé já em decomposição numa das muitas casas abandonadas. Caramba, que este autor sabe ser mesmo macabro!

Quanto às personagens, não tenho favoritas, pois no decorrer da história vamo-nos afeiçoando a muitas delas. O problema é quando o autor lhes dá chá de sumiço! No quarto volume, tive imensa pena de ver a Orsay morrer, uma vez que tinha um potencial enorme! De qualquer forma, foi a chave que abriu a porta para lá da imensa bolha que cobre Perdido Beach. No final do quarto volume, desejei ardentemente que as visões que ela tinha do outro lado não fossem inteiramente obra da sombra, o que acabou por confirmar-se. Nunca vou esquecer o momento em que o Pete pequenino entra em choque, fazendo por momentos cair o véu, revelando toda uma parafernália militar oculta pela barreira. Aquela imagem ganhou de tal forma vida na minha cabeça, que foi quase como se estivesse mesmo lá.

As primeiras notícias do exterior são arrepiantes, como seria de esperar. Fiquei tristíssima com o destino do Francis e da mamã Mary. Esta última então, não merecia de todo, uma vez que cuidou generosamente das crianças na creche. Tal responsabilidade fazia merecer melhor sorte! Assim como o doce Hunter, que teve a morte mais horrível ao ser lentamente devorado por parasitas. Já para não falar na morte de personagens tão queridas como a Brisa e a Dahra, ainda por cima na recta final! Ao pé deste autor, a J. K. Rowling é uma menina de coro (sim, eu sei que muito pior é o senhor Martin, da Guerra dos Tronos, mas como eu ainda não toquei na saga, esqueçam lá isso agora).

Ainda relativamente às personagens, especialmente às que desenvolveram poderes extraordinários, tenho especial inveja da Lana. Se me dessem a escolher um poder de entre os vários que surgiram nos miúdos da zona radioactiva juvenil, eu nem pensava duas vezes! E o facto é que, por ter o poder da cura, a Lana tornou-se na pessoa mais respeitada da ZRJ. A parte de ter permanentemente a influência da sombra sobre si é que eu já dispensava. E por falar em sombra (uma forma de vida extraterrestre que chegou à boleia do cometa que, há 13 anos, atingiu a fábrica nuclear da pequena cidade), fiquei super feliz por ser credível. É que precisamente por toda esta história ter um cheirinho a Perdidos, a certa altura receei que pudesse igualmente ter um final cheio de pontas soltas (minha gente, até hoje não me recuperei daquele final que resolveu coisa nenhuma). Porém, felizmente, tal não se verificou.

Gostei da redenção de algumas personagens. A Diana conquistou-me aos poucos, causando-me por fim uma imensa compaixão ao perder a sua recém-nascida para o gaiófago. Também Orc e o seu amigo Howard fizeram esquecer os males do passado, embora não tenha sido o suficiente para livrá-los de um final triste. Até o próprio Caine acabou por merecer a minha vá, meia simpatia. A verdade é que por fim, fiquei apenas a odiar o Gaiófago (encarnado na bebé de Diana e de Caine) e o Drake, representantes do mal absoluto.

Sensibilizou-me a comoção de pais e filhos quando a barreira ficou transparente, porém ainda intransponível, assim como a batalha ocorrida no lago. E depois, a queda definitiva da barreira, com toda a confusão causada nesse mesmo momento com a morte de pais e filhos, seguida da reunião das famílias que, apesar de unidas novamente, ficaram para sempre marcadas.

Conclusão: desde os tempos do Harry Potter que não me sentia tão entusiasmada. Tiro o chapéu a Michael Grant: escrever seis mega livros com uma história tão espectacular que, ainda por cima, ao contrário do argumento da série Lost, não deixa pontas soltas, não é para todos!

Porém, como nos diz Michael Grant nos agradecimentos, “You are now free to leave the FAYZ”, que é como quem diz, chegou a hora de dizer adeus.

Não tenho grande vontade, mas pronto, lá terá de ser! Resta-me descobrir a restante obra deste autor que, cheira-me, não voltarei a perder de vista!

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GRANT, Michael
Light / Michael Grant. - London:
Hardie Grant Egmont, 2015. - 450 p. - (Gone; 6)

Literatura norte-americana -- ficção científica / Jovens adultos -- ficção

CDU: 821.111(73)-311.9

ISBN 9781742979953

COTA 82-311.9 GRA
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Thursday, August 4, 2016

Plague ; Fear / Michael Grant


Plague, sinopse:

It's been eight months since all the adults disappeared. GONE.

They've survived hunger. They've survived lies. But the stakes keep rising, and the dystopian horror keeps building. Yet despite the simmering unrest left behind by so many battles, power struggles, and angry divides, there is a momentary calm in Perdido Beach.

But enemies in the FAYZ don't just fade away, and in the quiet, deadly things are stirring, mutating, and finding their way free. The Darkness has found its way into the mind of its Nemesis at last and is controlling it through a haze of delirium and confusion. A highly contagious, fatal illness spreads at an alarming rate. Sinister, predatory insects terrorize Perdido Beach. And Sam, Astrid, Diana, and Caine are plagued by a growing doubt that they'll escape - or even survive - life in the FAYZ. With so much turmoil surrounding them, what desperate choices will they make when it comes to saving themselves and those they love?

Plague, Michael Grant's fourth book in the bestselling Gone series, will satisfy dystopian fans of all ages.

Fear, sinopse:

It's been one year since all the adults disappeared. Gone.

Despite the hunger and the lies, even despite the plague, the kids of Perdido Beach are determined to survive. Creeping into the tenuous new world they've built, though, is perhaps the worst incarnation yet of the enemy known as the Darkness: fear.

Within the FAYZ, life breaks down while the Darkness takes over, literally—turning the dome-world of the FAYZ entirely black. In darkness, the worst fears of all emerge, and the cruelest of intentions are carried out. But even in their darkest moments, the inhabitants of the FAYZ maintain a will to survive and a desire to take care of the others in their ravaged band that endures, no matter what the cost.

Fear, Michael Grant's fifth book in the bestselling dystopian Gone series, will thrill readers . . . even as it terrifies them. 

Opinião:

O ritmo frenético, o macabro e a emoção continuam, agora com lágrimas à mistura. 4º e 5º volumes aprovadíssimos, isto é, 5 estrelas!

Siga o 6º e último livro. Ai, que o meu coração não aguenta!
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GRANT, Michael

Plague ; Fear / Michael Grant. - London:
Hardie Grant Egmont, 2015. - (Gone; 6)

Literatura norte-americana -- ficção científica / Jovens adultos -- ficção

CDU: 821.111(73)-311.9

ISBN 9781742979939
ISBN 9781742979947

COTA 82-311.9 GRA
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Tuesday, August 2, 2016

Accio novo Potter!

Ontem ia morrendo quando a funcionária da Fnac me disse que todos os exemplares do novo Harry Potter já tinham voado.

A sério? Ainda o primeiro dia de vendas ia a meio e já estava esgotado? Para mais, a Fnac de Alfragide fecha às 23h, pelo que, efectivamente, não vendeu um único livro na noite anterior! Encomendaram o quê? Meia dúzia?

E pior: "Não sabemos quando virão mais".

Aaaarrrrgggggggggghhhhh!

E viva a Wook. Diz que daqui a 10 dias, tenho um exemplar nas mãos!

;)